terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

O Amor é. Júlio Machado Vaz.



 

N 19286 – O Amor é. Júlio Machado Vaz. Com Ana Mesquita e António Macedo. 16x23cm. 171 Pgs. Texto Editores – Antena 1.

O Amor É…, da autoria de Júlio Machado Vaz com a colaboração de Ana Mesquita e de António Macedo, parte do programa de rádio com o mesmo nome, transmitido diariamente na Antena 1. Esta obra reúne um conjunto de textos de Júlio Machado Vaz que giram em torno de cinco temas, correspondentes aos cinco capítulos da publicação: Dos Amores; Os Ramos que semeiam raízes; Monólogos do espectador; As "Certezas"; e Maria.
Este livro é acompanhado de um CD de oferta contendo cinco programas da conhecida rubrica radiofónica de Júlio Machado Vaz com Ana Mesquita, que ainda hoje faz parelha com o sexólogo, e um programa com António Macedo, com o qual, no início, Júlio Machado Vaz fazia o programa. O CD contém ainda o tema musical "Mother Nature’s Son", interpretado por João Vaz.

Sobre o livro diz Júlio Machado Vaz nas páginas do mesmo: "De alguma forma, os textos deste livro não passam de legendas, do pano de fundo sobre o qual a tecnologia permitiu bordar o som de ‘O Amor É...’". Mais adiante lê-se "O que é o amor? Não sei. Talvez o sangue da memória, não há presente nem futuro quando o passado perdeu calor e seiva. Raízes mortas não geram troncos direitos, abrindo-se em ramos, braços, flores e risos que ambicionam o alto."
Nas primeiras páginas é possível descobrir os primeiros passos de Júlio Machado Vaz na rádio, ou histórias de como se falava de sexo nos media nos idos anos 80.

 

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PARA VENDA: 5€

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Adriano Moreira. Memórias do Outono Ocidental. 2013




 

N 19285 – Adriano Moreira. Memórias do Outono Ocidental. Um Século sem Bússola. 426 Pgs. Almedina Editora 2013. Encadernado.

SINOPSE

É justamente o relevo crescente das inquietações de cada Estado europeu com os seus interesses privativos, a crise da estrutura europeia e o aprofundamento da sua hesitação entre a Integração na linha federalista e a União na linha da igual­dade dos Estados, que faz avultar o facto de a solidariedade EUA e Europa não ser invocada, visivelmente ela estar a enfraquecer, com os EUA a regressarem ao destino manifesto do Pacífico e a considerar o Atlântico uma retaguarda por vezes incómoda. O que ajuda a esquecer que é o Ocidente que está em decadência, que a violenta crise europeia é parte de uma crise mundial sem precedente, e que os países como Portugal veem crescer a situação de Estados exógenos, exíguos, atingidos pela linha da pobreza que fez renascer o limes romano ao Norte do Mediterrâneo. Pelo que não devem omitir ou esquecer o poder da voz contra a voz do poder que emerge, acima daquela linha, ignorando que, sem União, de modelo final ainda não definido, não é apenas a voz de cada Estado europeu, ou a voz da União anarquizada, é a voz do Ocidente que será pelo menos fortemente debilitada no globalismo ainda mal sabido da entrada neste século sem bússola.»

 

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PARA VENDA: 19€

José Cardoso Pires. Lavagante – Encontro desabitado. 2ª Edição



 

N 19284 – José Cardoso Pires. Lavagante – Encontro desabitado. 2ª Edição – Texto inédito. Eições Nelson Matos. Mil horas de leitura. 89 Pgs. 14x21cm.

Lavagante nunca foi publicado em livro. Houve uma primeira edição, muito reduzida, publicada em 1963 na revista O Tempo e o Modo com o título "Um lavagante e outros exemplares", com a menção de que se tratava de um capítulo do próximo romance de Cardoso Pires.
É também possível perceber que se trata de um texto anterior a ODelfim, publicado pela primeira vez em 1968.

Fixação do texto e revisão de Ana Cardoso Pires

 

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PARA VENDA: 9€

Laurinda Alves. Um dia atrás do outro. Crónicas da Vida Real



 

N 19283 – Laurinda Alves. Um dia atrás do outro. Crónicas da Vida Real. Prefácio de Mia Couto. 182 Pgs. 16x23cm. Livro Novo

 

Crónicas de Laurinda Alves, escritas no jornal Público e na revista XIS, Um dia Atrás do Outro é a maneira como a vida se tece e, ainda, a forma como Laurinda Alves gosta de olhar o mundo e de viver a sua própria vida. No presente, sem se importar demasiado com o dia que há-de vir. A vida em Um dia Atrás do Outro compõe-se de dias tristes, dias felizes, dias nostálgicos, dias comoventes e dias mágicos. Como tudo. Como sempre.

 

Laurinda Maria Alves Nunes Fernandes da Cunha Ferreira ComM (Lisboa, 1 de dezembro de 1961) é uma jornalista, escritora, tradutora e professora universitária de Comunicação, Liderança, e Ética na Nova School of Business and Economics.

Biografia

É filha de José Nunes Fernandes e de sua mulher Helena Maria Alves, e irmã de Germano Alves Nunes Fernandes, Paulo Alves Nunes Fernandes (casado com Dulce Louro e pai de Teresa Louro Fernandes e Luísa Louro Fernandes) e de Catarina Alves Nunes Fernandes.

Licenciou-se em Comunicação Social na Universidade Nova de Lisboa e começou a fazer jornalismo quando tinha 20 anos, primeiro como estagiária no departamento de Eurovisão da RTP, depois como coordenadora do Servicio Iberoamericano de Notícias na TVE, em Madrid, e, durante os 12 anos seguintes como repórter da RTP, onde foi distinguida com o Prémio Gazeta do Clube de Jornalistas pelo seu trabalho de investigação sobre o assassinato do general Humberto Delgado.

Colaborou na TSF, na Rádio Renascença e no semanário O Independente. Após ter saído da RTP, fez diversos programas para a SIC, além de colaborar com o diário Público com crónicas semanais e como coordenadora do suplemento Xis. Dirigiu a revista Pais & Filhos e actualmente é jornalista free-lancer. Várias das suas crónicas estão reunidas em diversos livros publicados pela editora Oficina do Livro: Xis Ideias Para Pensar, Um Dia Atrás do Outro, Ideias Xis[1]. Posteriormente os seus livros passaram a ser editados pela editora Clube do Autor.

Em 2000, foi distinguida pelo Presidente Jorge Sampaio, com o grau de Comendador da Ordem de Mérito pela sua contribuição para o debate e defesa das questões educativas.[2].

Em 2009, encabeçou a lista de candidatos ao Parlamento Europeu do recém-criado Movimento Esperança Portugal[3].

Foi casada com o também jornalista Miguel Sousa Tavares, de quem tem um filho, Martim Alves Andresen de Sousa Tavares (Lisboa, 1991). Casou segunda vez a 30 de dezembro de 2016, na Igreja de São Roque em Lisboa, com Roque Maria Cabral da Cunha Ferreira (Lisboa, 30 de outubro de 1954). Afirma-se católica.

Nas eleições autárquicas de 2021 foi eleita vereadora da Câmara Municipal de Lisboa, como independente, pela coligação Novos Tempos (PSD/CDS-PP/A/MPT/PPM) para o mandato 2021-2025.[4] Assume os pelouros de Direitos Humanos e Sociais, Cidadania, Juventude, Jornadas Mundiais da Juventude e Saúde.[5]

 

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Para venda: 7€

Gente de palmo e meio. Obras completas de Augusto Gil. 4ª Edição



 

N 19278 – Gente de palmo e meio. Obras completas de Augusto Gil. 4ª Edição Portugália Editora. 141 Pgs. 13x20cm. Assinatura de posse com dedicatória.

 

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PARA VENDA; 10€

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022



 

N 19276 – História Moderna de 1642 – 1918. Efimov Galkine Zubok. Editorial Estampa 1977. 270 Pgs. 12x18cm.

 

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PARA VENDA: 7€

Fátima Desmascarada. João Ilharco. 1971.





 

N 19275 – Fátima Desmascarada. João Ilharco. A Verdade Histórica acerca de Fátima documentada com provas. 2ª Edição Coimbra 1971. 294 Pgs.

João Ilharco (Coimbra, Predefinição:1823 —  Jaraguá do Sul, Predefinição:1921) foi um republicano, proprietário de uma escola primária e professor, interessou-se pelo caso de Fátima, pois estava convicto de que tinha sido «obra de um pequeno grupo de eclesiásticos, inteligentes e ousados, que tinham contra o regime republicano, implantado em 1910, grandes ressentimentos. Escreveu Fátima desmascarada, livro polémico lançado em 1971, a partir de cuja publicação iniciou uma discussão acesa entre o autor e alguns críticos da sua ousada iniciativa.[1]

 

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PARA VENDA: 18€