N 19342 – Décima Sinfonia. Romance por Joseph Celinek. O Livro revelação 2008. 349
Pgs. 15x23cm. A Décima sinfonia de Beetoven está prestes a deixar de ser um dos
grandes mistérios da história. Livro novo.
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Para venda: 7€
N 19342 – Décima Sinfonia. Romance por Joseph Celinek. O Livro revelação 2008. 349
Pgs. 15x23cm. A Décima sinfonia de Beetoven está prestes a deixar de ser um dos
grandes mistérios da história. Livro novo.
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N 19341 – Dalai Lama. O Poder da Paciência no pensamento Budista. Editorial
Presença. 16x23cm. Tradução de Vítor Pomar. Livro Novo.
Endemias crescentes da sociedade contemporânea, a origem do
ódio e da ira radica directamente na falta de paciência, o que por suas vez
resulta na inibição do crescimento espiritual do Homem. Consciente do poder
curativo e regenerador do amor, da compaixão e da tolerância, é neles que a
doutrina budista, assim como as demais importantes religiões do mundo,
fundamentam as suas práticas. Inspirado no texto clássico que sustenta a
actividade dos bodhisarrvas - «A Guide to the Bobhisattvas's Way of Life» -, «O
Poder da Paciência» transmite um conjunto de ensinamentos passível de ser
integrado por todos aqueles que pretendem melhorar a si próprios. Defendendo a
prática da paciência em constante interacção com o Outro e o Mundo, o Dalai
Lama revela assim, ao longo desta obra e através do seu percurso de vida, o
poder da tolerância enquanto antídoto para as duas forças nefastas que são o
ódio e a ira, poder esse que, em última instância, promoverá a paz no mundo.
P Sua Santidade, o XIV Dalai Lama Tenzin Gyatso
nasceu em 1935, oriundo de uma família de camponeses, numa pequena aldeia
situada no nordeste tibetano. Com apenas dois anos foi reconhecido como a
reencarnação do seu predecessor. A cerimónia de reconhecimento do XIV Dalai
Lama teve lugar a 22 de fevereiro de 1940 em Lhasa, a capital do Tibete. Dez
anos depois, quando a China invadiu o território tibetano, com apenas 16 anos e
mais nove de estudos religiosos por completar, Sua Santidade teve de assumir o
poder político total. Em março de 1959, durante o Levantamento Nacional do Povo
Tibetano contra a ocupação militar chinesa, teve de partir para o exílio. Desde
então tem vivido nos Himalaias, em Dharamsala na Índia, sede oficial do governo
tibetano no exílio, uma democracia constitucional instituída em 1963. O XIV
Dalai Lama, ao contrário dos seus predecessores que nunca viajaram no Ocidente,
continua as suas viagens à volta do mundo, apelando à bondade, à compaixão, ao
respeito para com o meio ambiente e, sobretudo, à paz no mundo. Para além de
uma extensa bibliografia, Sua Santidade já recebeu inúmeros prémios honorários
nos diversos países em que discursou, sendo o mais importante de todos o Prémio
Nobel da Paz, recebido em 1989.
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N 19340 – O Fim da História e o último homem. Francis Fukuyama. 382 Pgs. 16x24cm.
Circulo de Leitores 1992. Capa dura.
À
medida que o século XXI se aproxima, Francis Fukuyama pede que regressemos a
uma questão que tem sido levantada pelos grandes filósofos do passado: a
história da humanidade segue uma direcção? E, se é direccional, qual o seu fim?
E em que ponto nos encontramos em relação ao «fim da história»?
Nesta análise empolgante e profunda, Fukuyama apresenta
elementos que sugerem a presença de duas poderosas forças na história humana. A
uma chama «a lógica da ciência moderna», a outra «a luta pelo reconhecimento». A
primeira impele o homem a preencher o horizonte cada vez mais vasto de desejos
através do processo económico racional; a segunda é, de acordo com Fukuyama (e
Hegel), nada menos do que o próprio «motor da história».
Segundo a tese brilhantemente defendida pelo autor, estas duas
vertentes conduziriam, ao longo dos tempos, ao eventual colapso de ditaduras de
direita e de esquerda, como temos vindo a testemunhar, impelindo as sociedades,
mesmo as culturalmente distintas, para a democracia capitalista liberal, vista
como o estádio final do processo histórico. A questão principal surge então:
será que a liberdade e a igualdade, tanto política como económica - o estado de
coisas no presumível «fim da história» -, podem criar uma sociedade estável na
qual o homem se sinta finalmente satisfeito? Ou será que a condição espiritual
deste «último homem», privado de saídas para materializar a sua ânsia de poder,
inevitavelmente o conduzirá, a ele e ao mundo, ao regresso ao caos e ao
derramamento de sangue?
A resposta de Fukuyama é, simultaneamente, uma fascinante lição
de filosofia da história e uma investigação que nos desafia irresistivelmente a
reflectir sobre a questão suprema do sentido e do destino da sociedade e do
homem.
Francis Fukuyama nasceu em 1952 em Chicago,
nos Estados Unidos da América. Doutorado em Ciência Política pela Universidade
de Harvard, é investigator no Center on Democracy, Development and the Rule of
Law, da Universidade de Standford.
Escreveu o célebre O Fim da História e o Último Homem, onde defende que a generalização a nível
planetário da democracia liberal pode indicar que se atingiu o último patamar
da evolução sociocultural da humanidade, e que se encontrou o derradeiro regime
político.
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N 19339 – A História de Edgar Sawtelle. David Wroblewski. 16x23cm. 583 Pgs. 3ª
Edição da Bertrand Editora 2009. Tradução de Patrícia Xavier.
“ Tudo o que desejamos de um livro, o melhor romance que já li. Oprah
Winfrey.
Hamlet recontado com um brilho extraordinário e
tendo como cenário uma quinta remota em Wisconsin. Edgar Sawtelle, um menino
mudo e muito inteligente, vive uma vida idílica com os pais. Há gerações que os
Sawtelle criam uma carinhosa raça de cão, ilustrada na perfeição por Almodine,
a companheira de sempre de Edgar. Mas quando o seu pai morre de repente em
circunstâncias misteriosas, Edgar culpa-se a si próprio, por não ter podido gritar
por socorro. Destroçado pelo romance desesperado da mãe com o tio paterno, o
seu mundo muda para sempre quando, certa noite de Primavera, vê o fantasma do
pai. Depois da tentativa falhada de provar a culpa do tio, Edgar foge com 3
cães, mas o amor à mãe e aos animais, e a vontade de vingança, levam-no de
regresso a casa. Nada é como ele esperava, e terá de se decidir entre a
vingança ou a preservação do legado da família.
David Wroblewski cresceu no Wisconsin rural,
não muito longe do Parque Nacional Chequamegon, que serve de cenário a A
História de Edgar Sawtelle. Obteve o mestrado no Warren Wilson MFA Program for
Writers. Actualmente vive no Colorado com a mulher, a escritora Kimberly
McClintock. A História de Edgar Sawtelle é o seu primeiro romance.
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Para venda: 10€
N 19337 – O Papa de Hitler. John Cornwell. A História secreta de Pio XII. Edições
Terramar, 1ª Edição 2000. 413 pgs. 17x24cm.
Investigação aos arquivos do Vaticano em que o autor conclui
que o Papa Pio XII é culpado de um silêncio escandaloso durante toda a II
Guerra Mundial, tendo concluido que Pio XII estava claramente informado desde o
Outono de 1942 do extremínio de 6 milhões de Judeus na Europa.
John Cornwell nasceu em Londres, em
1940. É jornalista, escritor e historiador, mais amplamente conhecido pela sua
obra «O Papa de Hitler», uma biografia de Eugenio Pacelli (que, em 1939,
se tornaria o papa Pio XII) onde o autor demonstra a estreita colaboração entre
o papado e o regime nazi. Com o seu mais recente livro — «Hitler’s
Scientists: Science
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Para venda: 12€
N 19336 – A Senhora. Catherine Clément. Edições ASA. 9ª Edição 365 Pgs. 16x24cm.
Traduzido do Francês por Maria do Rosário Mendes. Livro Novo.
SINOPSE
"O nosso verdadeiro nome comum era Nasi, o que significa príncipe.
Infelizmente, desde aquela época, já não éramos príncipes, mas sim
proscritos."
Perseguida pela Inquisição, Beatriz de
Luna, ou Gracia Nasi, nascida em Lisboa em 1510, é a mulher judia, jovem viúva
de um banqueiro português (Francisco Mendes), que, herdeira de uma poderosa
fortuna, vai pôr em marcha um dos mais impressionantes episódios da Europa
seiscentista.
Enfrentando o ódio dos Habsburgos e dos Papas, que a perseguem até à Palestina,
ela é a força que irá proteger os cristãos-novos espoliados da Península
Ibérica, à cabeça de um império comercial que, tal como o dos Fugger ou o dos
Médicis, vergava a cabeça a reis, embaixadores e aristocratas.
Expulsa sucessivamente de Lisboa, Antuérpia, Veneza e Ferrara (onde manda
imprimir a primeira Bíblia traduzida para ladino — a célebre Bíblia de
Ferrara), A Senhora personifica o êxodo singular dos Marranos, no contexto dos
conflitos políticos, comerciais e religiosos da era humanista, num teatro onde
se encontram as três grandes religiões do Livro, bem como o Oriente e o
Ocidente.
Uma das obras mais vendidas em França durante 1992, A Senhora é um notável
romance histórico onde, tal como escreveu o Magazine Littéraire, "o
mundo mediterrânico ressuscita com a luz, os seus perfumes, o esplendor e a
desgraça dos marranos".
Filósofa e romancista, Catherine Clément nasceu
em 1939, em Paris. Depois de ter publicado obras de filosofia, antropologia e
psicanálise, converteu-se, com sucesso, à ficção. Entre as suas obras mais
populares, contam-se A Senhora, Por Amor da Índia, A Valsa Inacabada, A Rameira do
Diabo, A Viagem de Théo e O Último Encontro. No catálogo da Porto Editora figuram os seus
romances Dez Mil Guitarras e A Rainha dos Sipaios.
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N 19335 – Ian Caldwel. A Regra de Quatro. Tradução de Maria Eduarda Colares.
Editorial Presença 2004. 354 Pgs. 16x23cm. Livro Novo.
Este thriller de grande
suspense intelectual conta a história de quatro finalistas da Universidade de
Princeton que descobrem alguns dos segredos que poderão ajudar a desvendar o
Hypnerotomachia Poliphili, um texto do século XV escrito em várias línguas por
um padre romano no ano de 1499. Os estudantes vão compreendendo a mensagem
codificada em labirintos linguísticos e matemáticos que estão por detrás de
dissertações sobre arte, zoologia, erotismo e fé, capazes de descodificar
segredos de obras da época Renascentista. No entanto, ao aperceberem-se da
magnitude da descoberta que estão prestes a fazer e que poderá tornar-se no
maior achado histórico de sempre, descobrem também que há mais quem conheça o
valor do tesouro em questão e que esteja disposto a matar pela sua posse.
"A
Regra de Quatro" divide-se em dois momentos cruciais. Um primeiro, em que
os leitores têm de decifrar cinco enigmas sequenciados de diferentes áreas do
saber. E um segundo momento em que a mensagem está codificada nos quatro pontos
cardiais que representam as coordenadas geográficas para chegar à cripta,
procurada por muitos, onde se encontram peças de arte de valor incalculável.
Através de uma escrita de grande qualidade criativa, o leitor fica envolvido
num ambiente de genialidade, loucura, traição e assassínio, dominado por um
magnetismo apenas comparável ao do próprio Hypnerotomachia Poliphili.
Portes Grátis
Para venda: 9€