sábado, 20 de novembro de 2021

 



Para venda: 290€

N 18786 – Vieira, Pe. António, S.J.- Sermoens do P. Antonio Vieira, da Compamhia de Jesv, Prègador de Sua Magestade. Parte duodecima...

VIEIRA, Pe. António, S.J.- Sermoens do P. Antonio Vieira, da Compamhia de Jesv, Prègador de Sua Magestade. Parte duodecima...- Lisboa: Na Officina de Miguel Deslandes, 1699.- [16], 441, [1] p.; 20 cm.- E. Primeira edição (segunda variante) do tomo XII dos sermões de António Vieira. Exemplar levemente aparado, com ligeiras manchas  no final do volume, mas em geral limpo e sólido. Encadernação da época, inteira de carneira. BN (Bibliografia), 1023.

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PARA VENDA: 480,00€

N 18802 –
SAVÉRIEN, Alexandre.- Histoire des philosophes anciens [& modernes]...- A Paris: Chez Bleuet, Guillaume, 1773.- 13 vols. (5 + 8); 17 cm.- E. Alexandre Savérien (1720-1805), historiador, matemático e engenheiro naval francês. Os primeiros cinco tomos referem-se aos «philosophes anciens», enquanto que os restantes oito se ocupam dos «philosophes modernes». Cada biografia é acompanhada de um retrato do biografado, gravado a talhe-doce. O primeiro tono inclui ainda um retrato do autor. Encadernação da época, inteiras de carneira, com pequenas imperfeições nas elegantes lombadas lisas.

 

Alexandre Savérien Combinação interessante desses dois títulos. Cada aviso é ilustrado com um retrato gravado. A história dos filósofos antigos, publicada entre 1771 e 1773, inclui 5 volumes. Os dois primeiros trazem o endereço de Paris, Didot o ancião, 1771, os três seguintes, Paris, Bleuet e Guillaume fils, 1773. Foi publicado pela primeira vez por Lacombe (Didot ancião), entre 1770 e 1772.

. A história dos filósofos antigos

 I. Metafísicos, moralistas e legisladores. Lycurge, Solon, Chilon, Pittacus, Bias, Aesop, Anacharsis, Epimenides. II. Metafísicos, moralistas e legisladores. Xenófanes, Zenon de Elea, Heráclito, Demócrito, Protágoras, Sócrates, Euclides de Megare, Platão, Aristipo, Xenócrates. III. Metafísicos, moralistas e legisladores: Antístenes, Diógenes, Crates, Zenon, Crisipo, Epicuro, Teofraste, Arcesilau, Pirro, Carnéade. 4. Metafísicos, moralistas e legisladores. Sêneca, Epicteto, Apolônio, Marco Aurélio, Confúcio, Tales, Pitágoras, Anaxágora, Leucipo, Pitheas. V. Matemáticos, físicos, químicos e naturalistas. Aristóteles, Arquimedes, Hiparco, Plínio, Ptolomeu, Alberto, o Grande, Roger Bacon, Arnaud de Villeneuve.

 

A história dos filósofos modernos, publicada em 1773, traz a menção de "terceira edição". Inclui 8 volumes: I. História dos metafísicos: Erasmus, Hobbes, Nicole, Locke, Spinosa, Mallebranche, Bayle, Abbadie, Clarke, Collins. II. História de moralistas e legisladores: Montaigne, Charron, Grotius, La Rochefoucault, Pufendorff, Cumberland, La Bruyère, Duguet, Wollaston, Shaftesbury. III. História dos restauradores da filosofia, Parte 1: Ramus, Bacon, Gassendi, Descartes, Pascal. 4. História dos Restauradores da Filosofia, Parte 2: Newton, Leibnitz, Halley, Bernoulli, Wolf. V. História dos matemáticos: Copérnico, Viète, Tycho-Brahé, Galileu, Kepler, Fermat, Cassini, Hughens, La Hire, Varignon. VI. História dos físicos: Rohault, Boyle, Hartsoeker, Polinière, Molières, Desaguiliers, Gravesande, Muschenbroek. VII. História de quimistas e cosmologistas: Paracelsus, Lefèvre, Kunckel, Burnet, Lémery, Homberg, Maillet, Woodward, Boerhaave. VIII. História dos naturalistas: Agricola, Gesner, Aldrovande, Belon, Jonston, Lister, Plumier, Tournefort, Hales, Réaumur

 

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sexta-feira, 19 de novembro de 2021

 Para Venda : 2750€




N 18804 – PHILOSOPHIE (LA) positive: revue / dirigée par E. Littré & G. Wyrouboff (tome premier, juillet à décembre 1867 a tome XXXI juillet à décembre 1883).- Paris: Librairie Germain Baillière, 1867-1883.- 31 (aliás 30) vols.; 24 cm.- E. Conjunto seguido (mas com falta do tomo 26º) de uma revista fundada e dirigida por Émile Littré (1801-1881), notável lexicógrafo e filósofo francês e Grégoire Wyrouboff (1843-1913), filósofo positivista e historiador da ciência russo. Carimbo do Dr. Lopes Praça em todos os volumes. Encadernações da época, com as lombadas em marroquim negro.

 

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segunda-feira, 5 de novembro de 2018







Para venda: 390 €

N 10541 – SÃO BOAVENTURA, Fr. Fortunato de. VIDA E MILAGRES DE SANTO ANTONIO DE LISBOA,
OBRA DE UM A[UTOR] ANONYMO, PORÉM DA ORDEM DOS FRADES MENORES, A qual he publicada agora pela primeira vez, como se lê no Codice 286 da Livraria Manuscrita do Real Mosteiro de Alcobaça, posta em linguagem e enriquecida de notas criticas e historicas por Fr. FORTUNATO DE S. BOAVENTURA, Monge de Alcobaça. COIMBRA, na Real Imprensa da Universidade. 1830. - [folha de rosto latim]: VITA ET MIRACULA S. ANTONII OLISIPONENSIS, AB ANONYMO, sed ORDINIS MINORUM, conscripta, Quae ex Alcobacensi Codice MS. 286 nunc primum edita, Lusitane reddebat, criticis et historicis adnotationibus locupletabat Fr. FORTUNATUS A. D. BONAVENTURA, Monachus Alcob. CONIMBRICAE, Ex Typographia Academico-Regia. A. D. MDCCCXXX [1830].
ligeira falta de papel restaurada no canto superior das quatro primeiras páginas. Restauro profissional. Livro muito raro.
In 8º (de 19,5x12 cm) com 288 págs.
Encadernação da época inteira de pele com rótulo vermelho na lombada. Exemplar apresenta um ex-libris coevo com as armas de Portugal. Obra bilingue latim-português com as páginas impressas alternadamente.
A Dissertação de Frei Fortunato, que vem no final desta obra, contém uma relação de todos os manuscritos e indícios de outros manuscritos autógrafos de Santo António, de forma a sustentar uma discussão sobre a autenticidade de alguns sermões e cartas do santo.
Frei Fortunato de São Boaventura (Alcobaça, 1777 - Roma, 1844) cisterciense do Mosteiro de Alcobaça; doutorou-se em Teologia na Universidade de Coimbra, onde foi nomeado Lente, em 1812, sendo autor de inúmeras investigações históricas. Defensor do regime absolutista veio a falecer no exílio em Roma.
In 8º Dim.: 19.5x12 cm. 288 pps.
Binding: Contemporary full calf with red label on spine. Contemporary ex-libris with coat of arms of Portugal. Bi-lingual work, Portuguese-Latin, with pages printed alternately.
The thesis of Friar Fortunato, at the end of the book, contains a list of all manuscripts and traces of other autograph manuscripts of Saint Anthony, in order to support the discussion about the authenticity of some sermons and letters of the saint.
Frei Fortunato de São Boaventura (Alcobaça, 1777 - Roma, 1844) Cistercien of the Alcobaça Monasterey, graduated in Theology at the University of Coimbra, where he became a teacher in 1812, having written several historical researches. Defender of absolutism, he died in exile in Rome.
Inocêncio II, 311: «Vida e milagres de Sancto Antonio de Lisboa, obra de um auctor anonymo, porém da Ordem dos frades menores: posta em lingugem e enriquecida de notas criticas e historicas. Coimbra, na Imp. da Univ. 1830. 8.º gr. de 283 pag. - Com o texto latino em frente».

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sexta-feira, 29 de junho de 2018










N 10782 -  Baixo relevo de Teixeira Lopes em bronze patinado. Mulher com cão. Escultura muito realista, assinada por Teixeira Lopes, e com carimbo da fundição. Dimensões: 49x36cm. Peso 5,5 Kg.

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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

DIANA de Joaquim Simões Chuva - Fonte Nova 1892

Nº 3483MINHA COLEÇÃO ACM 64  

N 3483– Diana, Placa cerâmica da Fonte Nova, Aveiro, assinada Joaquim Simões  Chuva. Datada de 1892 . Dimensões : 40x25 cm.











A "Fonte Nova"
Em 1882, no vazio deixado pela Fábrica do Côjo, três irmãos da família Melo Guimarães lançaram um novo projecto cerâmico - a Fábrica da Fonte Nova, situado a sul da desaparecida fábrica do Côjo e na margem esquerda deste canal. Abertos às novidades do tempo que corriam nos meios portuenses, estiveram desde o início presentes nos grandes certames nacionais, nomeadamente no Porto e em Lisboa, ganhando rapidamente projecção.
Quanto aos produtos, pode dizer-se que Fábrica da Fonte Nova saíam diferentes géneros de louça, em faiança grosseira ou faiança fina, em pó de pedra ou noutras variantes, tanto de feição doméstica como para construção civil. E, complementarmente, dali saíram também inúmeros painéis de azulejo que rapidamente se espalharam um pouco por todo o país, por encomendas específicas ou traduzindo belezas e paisagens naturais de Aveiro a par com os monumentos nacionais ou regionais de maior projecção, à semelhança do que se pode admirar em algumas estações de Caminho de Ferro, com relevo para a estação de Aveiro onde se contam cerca de meia centena de "postais ilustrados" da região. Aí campearam, nesta arte, entre outros, os artistas Licínio Pinto, Francisco Pereira, Carlos Branco, António Augusto...
Conhecendo períodos bons e horas más, a Fábrica da Fonte Nova desapareceu em violento incêndio de 1937, deixando um rasto de produções de boa qualidade e, sobretudo, uma imensa quantidade de azulejo de tapete e floral a embelezar o casario aveirense e de muitas outras vilas e cidades. Foi de resto esta fábrica e seus artistas que, tanto pela variação do desenho como pelo intenso cromatismo, melhor configuraram a ornamentação arte nova da região aveirense.




A produção desta fábrica, caracteriza-se pelo excelente azul das suas decorações, pintadas á mão. Essa é a côr mais usada na Fonte Nova.

As peças de grande formato e artisticas, assim como os azulejos, são
sempre assignadas pelos pintores e authenticadas com a marca industrial
da fabrica. Pintores: Joaquim Simões Chuva — 1891; Joaquim de Maga-
lhães — 1892; José da Silva — 1892 a 1893; Alleluia — 1902. (Vide marcas
20, 266, 295, 296 e 459). Marcas da fabrica (164 a 169, 171 a 175).


 

Estas Ceramistas obtiveram  prémios nas exposições : Cerâmica Portugueza, Porto,
1882; Industrial de Lisboa, 1888 e Universal de Anvers, 1894.


domingo, 7 de setembro de 2014

Rara caneca António José Almeida Massarelos 1873-1878

N 4000 – Rara caneca marcada Massarelos, do Drº  António José Almeida e um bouquet de flôres,  marca do periodo de  1873-1878. Uma peça de coleção. Estado Impecável. Dimensões 11x12 cm. Marca nº 505 do Dicionário de Marcas de Faianças Portuguesas.





António José de Almeida nasceu numa aldeia da freguesia de São Pedro de Alva do concelho de Penacova , a 17 de Julho de 1866.
Era ainda aluno de Medicina na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, quando publicou no jornal académico Ultimatum um artigo que ficou célebre, intitulado Bragança, o último, que foi considerado insultuoso para orei D. Carlos. Apesar de ter sido defendido por Manuel de Arriaga, acabou condenado a três meses de prisão..
Faleceu em Lisboa, no dia 3 de Outubro de 1929.
Foi candidato do Partido Republicano em 1905 e 1906, sendo eleito deputado nas segundas eleições realizadas neste ano. No ano seguinte adere à Maçonaria.
Foi preso por ocasião da tentativa revolucionária de Janeiro de 1908 , dias antes do assassinato do rei D. Carlos e do príncipe Luís Filipe. Posto em liberdade, voltou a embrenhar-se na política, sobretudo enquanto director do jornal Alma Nacional. Destacou-se também como diretor do jornal  República (1911-1999).
Após a Proclamação da República Portuguesa, foi nomeado Ministro do Interior do Governo Provisório; exerceu, posteriormente, várias vezes as funções de ministro e deputado, tendo fundado em Fevereiro de 1912 o partido Evolucionista, que dirigirá.
A 10 de Julho de 1919 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.
Em 6 de Agosto de 1919 foi eleito presidente da República e exerceu o cargo até 5 de Outubro de 1923, sendo o único presidente que até 1926 ocupou o cargo até ao fim do mandato. 
A 16 de Outubro de 1919 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo, da Ordem Militar de Avis e da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada. Nomeou 16 governos durante o seu mandato. Viveu de forma clandestina, durante o governo de Sidónio Pais.
Em 1929 foi eleito 12.º Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano Unido mas não chegou a tomar posse por entretanto ter falecido.
Faleceu em Lisboa, no dia 3 de Outubro de 1929.
Posta esta Nota Histórica com fonte na Wikipédia, Interrogo-me com o facto de esta peça estar marcada com um carimbo , em que o visado teria no máximo 12 anos de idade. Este facto faz-nos pensar, que os carimbos poderiam ter uma utilização posterior áquela em que lhe é atribuída por especialistas. Ou por outro lado, essa classificação dos especialistas,  poderá não ser a mais correta. Fica a dúvida, para que algum possível leitor, quem sabe ? possa esclarecer!